19 de jan de 2015

Desafios são Necessários

15 de dez de 2014

A Ansiedade gerando Embates

A maior parte dos nossos erros que cometemos é decorrente da nossa impaciência, a falta de sentir como as outras pessoas estão, ou seja, a empatia. Vivemos num mundo do imediatismo, querer já, apertar simplesmente o “enter” e em milésimos de segundos o nosso desejo decorrente da ansiedade seja atendido. Com a chegada do final de ano tendemos a piorar. A comunicação entre pessoas quando não clara, gera monstros na mente e dependendo do nosso grau de inferioridade e baixa autoestima isso pode virar algo catastrófico e culmina uma situação de embate e litigio. Quando o arrependimento bate, infelizmente as partes estão feridas. A poeira senta e ai sim a conversa recomeça, porém são a oportunidade de se fazer chamados contratos, estabelecer claramente o que se quer como ser quer e os limites. Quando entendemos isso damos um passo para a evolução, porém é preciso entender e admitir as falhas de cada um.

30 de out de 2014

Luz dentro de você

7 de mai de 2011

- Você toma suas decisões e é feliz ?




- Você faz as suas próprias escolhas? Sim ou não?

- Pense um pouco...

- Pensou? Você tem certeza da resposta que deu a si próprio? Vamos lá: suas roupas, seus livros, seu modelo de tênis, modelo de carro, o tempero e sabores da sua comida, o programa de TV, o gênero musical, seu parceiro?

“- Que legal!” você deste estar pensando: “- Sou um Ser determinado, e faço as minhas próprias escolhas sem me deixar levar pelos outros.” O inventário está excelente! Mas... Como estão as suas companhias mentais, os seus pensamentos?

Você está andando por avenidas largas, bem arborizadas e floridas, ou, por acaso, você está se deixando levar ou volitar por ruelas mal iluminadas e escuras, e com pisos mal pavimentados? Vamos voltar no tempo e relembrar quando sua mãe ou seu pai lhe falavam: “- Filho, cuidado com as companhias com quem você anda.”

Então, meu amigo e minha amiga, não tome decisões apenas quanto a seus bens materiais, mas escolha também muito bem os seus pensamentos, pois eles sim o(a) conduzirão a felicidade e ao sucesso. Os pensamentos positivos abrirão portas e os ajudarão a ser um ponto de luz onde você estiver, fazendo com que seus familiares, colegas e amigos tenham um grande prazer de conversar e estar na sua presença.

Lembre-se sempre dos conselhos de seus pais, posto que continuam a ser ouro para sua vida.

Pense nisso e seja feliz.
Você merece.

Autor: Christiano Wide

29 de abr de 2011

Para crescer é preciso inovar.




Sem dúvida, nos tempos atuais, inovar para crescer é uma das mais importantes verdades.
Mas, como inovar numa empresa, em um negócio onde tudo permanece igual? Sim, permanece, pois a diretoria manda e a equipe obedece.

Todos conhecemos a expressão: ¨- Você não é pago para pensar, é pago para trabalhar!¨ Porém, a verdade é que muitas pessoas não sabem realmente pensar, mas sabem operacionalizar muito bem (porque nunca foram estimuladas a criar). São pessoas que foram educadas para obedecer bem ao chefe: excelentes funcionários cumpridores de ordem.

Conheço empresas que estimulam a criatividade, querem que os funcionários assumam riscos. Mas... desde que NÃO cometam erros!

Imagine se você irá correr riscos, irá pensar fora do “quadrado” sem o amparo da direção, da gerência. Antes de assumir riscos, primeiramente você deverá ser um bom estrategista, saber sobre o quê e como opinar, quais os resultados a buscar e principalmente, saber conquistar e buscar o apoio de seus superiores, colegas e subordinados na organização. Sem estes apoios, praticamente todo e qualquer projeto ou proposta de melhoria para inovação, sucumbirá, e você será crucificado.

Pergunto então: para você, de quem é a responsabilidade de inovar numa empresa? Do dono, presidente, gerente? Ou dos colaboradores?

Gente, a responsabilidade é de todos envolvidos na empresa! Me refiro ao capital humano, sejam subordinados ou alta direção. Entretanto, são buscados modelos e soluções complexas, modelos prontos sem observar a cultura da empresa. Tais modelos acabam não vingando, sendo muitas vezes boicotados pelos próprios funcionários, e fatalmente abortados pela direção. Investimento e tempos perdidos... E se isso já não fosse muito, ainda vem o descrédito dos colaboradores: - mais uma tentativa que não deu certo...- já sabíamos no que iria dar...

O que não se tem feito é dar valor a algo extremamente simples e ao alcance das empresas e seus gestores: a efetiva mobilização interna das equipes em busca de ações visando a inovação, ou seja, a sugestão de ações inovadoras por parte daqueles diretamente envolvidos no dia-a-dia da empresa.

As empresas precisam pensar num planejamento estratégico para o SER humano, aquele que toca a empresa no dia-a-dia. Não falo em benefícios financeiros. Falo em buscar a inteligência que está nas equipes, falo na capacidade de garimpar idéias, soluções, melhorias para que a empresa realmente inove, para que sobreviva no mundo competitivo dos negócios.

Saímos recentemente de uma crise mundial, estamos ainda juntando as cinzas da mesma e com certeza precisamos preparar as empresas para as demais crises que virão. Nem pense em descansar, pois estará perdendo um valioso tempo, e num mundo tão competitivo, 30 dias de relax poderão lhe custar 30 meses de recuperação.

O melhor investimento ainda é o capital humano, mas isso precisa sair do discurso e ir para a prática dentro das empresas.

Pense nisso, mobilize a sua equipe e obtenha inovação hoje mesmo.

Autor: Christiano Wide

2 de mar de 2011

Decidir com a Emoção


Você já se arrependeu por decisões tomadas no fervor de uma discussão?
Tenho certeza que sim, pois você é um ser humano dotado de emoções. Não estou fazendo apologia a que você troque os pés pelas mãos, ou dando razão para que seja franco custe o que custar, mesmo que isso seja o desejo de quase todo mundo.

Todo pico de emoção tem um tempo para acabar, pois como a própria palavra diz: é um pico, é um ponto fora da reta. Em seguida, voltamos à normalidade, voltamos à razão. E aí, como fica esta decisão tomada num estado alterado da emoção, onde relevamos a nossa inteligência emocional para um segundo ou terceiro plano? Logo vem o arrependimento, vem a culpa. Mas pior, sim, pior que uma decisão tomada com emoção, é a falta de humildade em reconhecer o erro. Ficamos dando voltas atrás do rabo, tentando remendar e justificar, dando falsas razões a nossa inteligência (ou falta dela).

É preciso entender que o tempo para respirar, dar uma voltinha para um café, deixar para o amanhã uma decisão, é quase uma utopia. Utopia? Sim, é uma utopia, pois estamos drogados no imediatismo, na velocidade da informação. Atualmente, nós até desconfiamos de quem faz parte do mercado de trabalho e que não utiliza no mínimo duas dessas ferramentas: email, Twitter, Orkut, Facebook, Linkedin, Smartphone... E o que vem a ser isso? Rapidez no processamento de informações, frente ao estado emocional em que nos encontramos.

Só que temos que lembrar que o ser humano é um todo, é holístico, é mental, espiritual, físico e emocional. Conheço pessoas que deixaram de galgar cargos mais elevados em corporações, pela total falta de habilidade em enfrentar situações adversas. Conhecemos jogadores de futebol que tiveram suas carreiras abreviadas por “perder a cabeça” em momentos decisivos, e tendo o mesmo comportamento em sua vida privada, casais têm acabado com relacionamentos de anos, por discussões praticamente “bestas” que num estado normal não passariam de um simples mal-entendido.

Qualquer desequilíbrio provoca uma reação adversa, e dependendo do grau de complexidade da decisão, o resultado pode ser uma grande dor de cabeça para os próximos anos. Quando você estiver alterado, quando estiver num momento de estresse, faça esta pergunta para si mesmo: ¨- Esta decisão que estou tomando terá reflexos na minha vida nos próximos 3, 5 ou 10 anos?¨

Portanto vale sempre a pena buscar a razão e refletir sobre o correto momento de decidir. Afinal, tomar uma decisão é como assinar um contrato: depois de assinado, temos deveres e obrigações. Não coloque a corda no seu pescoço, pois isso é uma questão de inteligência emocional.

Seja feliz. Você pode. E merece.

12 de fev de 2011

COACHING PARA O FUTURO DAS ORGANIZAÇÕES


Certa vez presenciei um diretor de empresa, criticando um gerente de área por dispensar uma funcionária.
Ela havia sofrido um acidente de carro no dia anterior, foi encaminhada ao hospital, feito alguns exames, porém nenhuma lesão detectada. No dia seguinte foi trabalhar, mas estava ainda com o trauma do acidente.
O gerente percebendo seu estado, conversou com ela e sugeriu que fosse para casa descansar. O gerente comentou com seu diretor sobre o episódio, no intuito de participar a experiência, mas para sua surpresa e decepção, foi fortemente advertido pelo diretor que o questionou: “- Você pensa que é médico? Vá imediatamente ao RH e solicite o desconto deste dia de trabalho da funcionária”. Foi um balde de água fria em cima do gerente.

Estou falando de empresa que tem na ética um dos seus grandes pilares. Com este exemplo prático, quero mostrar que é preciso preparar melhor os gestores, pois no Brasil estamos muito longe ainda de uma visão e prática “coach”. Poucos gerentes e diretores que aplicam ¨coaching¨ na prática no seu dia-a-dia, ainda são vistos como frouxos, são olhados pelos executivos jurássicos como participativos demais, e acreditam que a prática de ouvir e conversar (não sobre ¨target¨ e ¨budget¨) ameaça o “status quo” hierárquico.

Para que possamos falar do futuro precisamos pensar no presente, e o presente nas empresas é por busca de resultados, ou seja, tirar o atraso de 2009.

A situação virou custe o que custar. Mas, o custar está sendo principalmente em cima dos executivos, gestores e líderes. A busca por metas: antigir o “budget”, sempre foi e sempre será uma tônica em qualquer empresa; é necessário para a sobrevivência e geração de postos de trabalho.

Pouquíssimas empresas realmente fazem um trabalho de acompanhamento individualizado da saúde mental e emocional das suas equipes. O que costumeiramente quase todas fazem é o acompanhamento médico: terceirizam a responsabilidade e novamente deixam a responsabilidade por conta do funcionário.

O que quero dizer é que a saúde mental e emocional está resumida ao RH com perguntas e questionários muitas vezes frios, e que simplesmente servem como elementos de estatística de comparação sobre como estamos hoje, em relação aos anos anteriores. Ou então aquelas ridículas réguas com o desenho “estou alegre, estou triste, estou pensativo, etc.” nas quais as empresas investem, para que os funcionários tenham a pseudo-liberdade de expressar como estão se sentindo. Alguém acredita nesta “fantástica” ferramenta?

A empatia dos gestores com seus subordinados, sob o ponto de vista do bem estar, não está existindo. Aquela velha máxima de “jogar conversa fora” não existe mais. Não há tempo. Não estou falando de conversar sobre metas, resultados, nem de falar sobre futebol e moda, mas sim, - como VOCÊ está se sentindo, - o que está incomodando VOCÊ, - qual a sua expectativa de vida ou sobrevida nesta empresa. Alguns podem estar pensando: ah, mas isso é responsabilidade do RH, é competência de psicólogos, e por aí vão as desculpas. Errado.
Os gerentes, executivos, supervisores, diretores, sim, são os únicos responsáveis. São os responsáveis imediatos, são os que tem contato diariamente com seus subordinados, e por isso devem ter a capacidade e a sensibilidade de detectar toda e qualquer alteração de humor, tristeza, falta de interesse e desânimo dos seus colaboradores. Vejam que não estou falando em desempenho, pois isto é uma conseqüência direta do bem estar dos colaboradores.
É preciso aprender a ir na “root cause” (raiz).
Tenha a certeza que, em primeiro lugar, ouvindo (segure a sua língua), questionando sobre a pessoa, sobre o ser humano que está na sua frente, e instruindo-o de tempos em tempos, de uma forma sistêmica e planejada, a ansiedade e o estresse da sua equipe desaparecerão e, conseqüentemente, os resultados esperados serão atingidos, e o bem-estar será sentido por toda sua equipe.
Aí sim você fará a diferença, e a sua satisfação como ser humano será algo que lhe fará ter ótimas noites de sono e bem estar no trabalho e com a sua família.
Autor: Christiano Oscar Wide

19 de nov de 2010

feliz 1/2 século


Hoje celebro e agradeço por alcançar o meu primeiro meio século. E agora rumo ao segundo meio século que completarei em 2060.
Obrigado a todos por terem a ajudado no meu crescimento e me tornado um
ser melhor. Continuarei a evoluir neste segundo século, com a ajuda dos
amigos e de Deus.
Namastê

24 de set de 2010

POR FAVOR, QUERO VIVEEEER...




Este é o grito e desejo de 9 em cada 10 pessoas, quando questionadas sobre angústias e estresses.
É um desejo que faz brilhar os olhos de cada pessoa quando se fala em ALEGRIA DE VIVER.
Mas, estas 9 em cada 10 pessoas não estão satisfeitas pela maneira que vivem, ou melhor sobrevivem.
É uma constatação que posso afirmar como sendo muito frustrante, você concorda?
• E você, como está? Vivendo a vida ou está apenas sobrevivendo?
• Você realmente está buscando viver melhor?
É preciso lembrar que vivemos em vários contextos, ou diferentes grupos sociais: o lar, a família, o ambiente de trabalho, a comunidade.
Agora, reflita, pense especialmente em cada um destes grupos: a família, o trabalho e a comunidade.
• Você é feliz e realmente vive com alegria em cada um deste mundos? Se não nos três, mas ao menos em um destes mundos? Digo: feliz, feliz de verdade!
Pois é, praticamente todas as pessoas tem insatisfações e percebem que não vivem a vida dos seus sonhos, a vida que realmente gostariam de estar vivendo...
Vamos então flutuar sobre estes mundos:
• Na família, posso apostar que os problemas são com os demais membros, certo?
• Agora, voemos até seu trabalho: os incompetentes são sempre os outros, certo?
• E agora, voando pela comunidade em geral: os que não tem senso de colaboração, os egoístas e sem ética são os outros, certo?
- Que maravilha! Pelo jeito você já descobriu a charada. Sempre EU sou o certo, sempre sou EU que não preciso mudar.
Mas, agora questione-se sem culpar ninguém:
• Quais são os motivos que me fazem não ter a felicidade sonhada ou desejada na família, no trabalho e na comunidade?
• O que EU posso fazer para tornar os três mundos melhores?
• O que EU realmente devo fazer para tornar a minha vida melhor onde vivo e convivo?
Anote, no seu caderno, na sua agenda, em seu celular ou em qualquer lugar, mas, por favor, escreva:
• Quais são as verdadeiras razões de eu não me permitir viver a felicidade por completo?
• O que eu posso e devo fazer para ter uma melhor qualidade de vida, neste mundos de convivência: família, trabalho e comunidade? (E vá ampliando para todos os seus grupos de convivência: o pessoal do futebol, a ginástica, a igreja, o curso de pintura, a turma da faculdade, etc.)
Fixe um prazo para alcançar os resultados, e este passo é muito importante para que você consiga efetivamente realizar esta melhorias em sua vida.
Leia pela manhã e a noite, antes de dormir, sempre analisando o que você já conseguiu fazer, e o que ainda falta.
São apenas três simples, mas grandes passos, e que lhe darão um grande “norte” em busca da qualidade de uma vida totalmente feliz.
Mas, o importante é que você realmente escreva e registre! Não confie na sua memória, pois ela poderá saboteá-lo.
Comece já, pois o tempo desperdiçado não volta mais.

Seja feliz. Você merece, você pode.

Autor: Christiano Wide

31 de ago de 2010

V I V E R ou E X I S T I R


Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.

Autor: Oscar Wilde

15 de ago de 2010

Receita Vegetariana


ESPAGUETE AO MOLHO DE ALHO PORÓ SALTEADO

Minha receita serve 2 pessoas
*Cozinhar a massa AL Dente
½ cebola média picada fina.
2 talos de alho poro cortado em rodelas finas.
Pacote ou vidro pequeno de champignon.
Creme de leite ou soja de boa qualidade
*Colocar em uma panela pouquinho de azeite de oliva, refogar primeiro a cebola, depois acrescentar o alho poró, acrescentar os champignons escorridos, o creme de leite, sal.
Obs.: O alho poró deverá ser refogado levemente para que não perca suas propriedades nutricionais e medicinais.
_______________________________________
Propriedades do Alho Poró
info do site www.jesusvoltara.com.br/saude2/
0 alho-porro (Allium porrum) é cultivado largamente em toda a América do Sul. O pequeno bulbo, de escassa reprodução, dispõe de grande número de raízes fibrosas e brancas, sem ramificações na terra. Folhas grandes, lineares e de nervuras longitudinais rodeiam os bulbos que ficam enterrados no chão.
Extraem-se do solo os bulbos com folhas e talos. Colocam-se as plantas em lugar protegido, ao ar livre ou no sótão.

Como a planta se tem de manter fresca para o seu consumo imediato, não é recomendável a dessecação.
Composição e Propriedades -- A matéria ativa principal é um óleo enxofrado e essencial (óleo de alho) que, entre outros componentes, contém sulfureto de alilo, que exerce suave excitação sobre as glândulas das vias gastrintestinais e no fígado, pâncreas e vesícula biliar, evitando a formação de produtos de fermentação e de putrefação e abrindo o apetite. Encontramo-nos, pois, com:
a) Um efeito sobre o aparelho digestivo em geral.
b) Um efeito sobre as vias respiratórias. Como o óleo de alho é expelido em parte pelos pulmões, torna-se mais fácil a reparação das vias respiratórias nos catarros bronquiais.
c) Um efeito sobre as vias urinarias. Além disto, o alho-porro também exerce um efeito diurético, devido ao conteúdo em óleos essenciais, potássio, ácido salicílico, nitrato sódico e magnésio.
d) Uma crescente excitação dos centros deformação de sangue, devido ao seu conteúdo em compostos orgânicos de ferro. Não devemos menosprezar o seu conteúdo em vitaminas C, sobretudo por se dispor dela durante o inverno.
Aplicações -- 1. Como planta curativa, o alho-porro conta na medicina com pequena consideração, embora seja ao mesmo tempo um alimento e um remédio. É eficaz contra deficiências de vitamina C, doenças renais, doenças do metabolismo, obesidade, degeneração de vasos do sangue, ajudando nos catarros bronquiais agudos e, sobretudo, nos crônicos, assim como nas doenças do fígado, estômago e intestinos.

6 de jul de 2010

O Poder do Carisma





Já li por duas vezes o livro de David Schwartz, “A mágica de conquistar o que você quer”. A cada leitura, encontro algo especial que me leva a reflexão. Num dos capítulos ele aborda o CARISMA. E foi isso que me chamou atenção desta vez. O que realmente vem a ser uma pessoa carismática? Pesquisei no Wikipédia sobre o assunto e encontrei dois sentidos para o mesmo termo:

Um é o teológico que diz o seguinte:
Este termo é usado no Cristianismo: Catolicismo e igrejas evangélicas renovadas e para indicar um dos diversos dons ou graças especiais concedidos pelo Espírito Santo, àqueles desejosos de servir a Deus. Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, os carismas "são dons especiais do Espírito, concedidos a alguém para o bem dos homens, para as necessidades do mundo e, em particular, para a edificação da Igreja”.
Os Carismas se enraízam dos sete dons de santificação (Is 11.2): Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor de Deus [1]. No Novo testamento são enumerados nove dons do Espírito Santo: palavra de Sabedoria, palavra de Conhecimento (ciência), Fé, dons de Curar, operações de Milagres, Profecia, Discernimento de espíritos, variedade de Línguas, Interpretação de línguas Estes geram formas diversas de atuação no mundo como instrumentos do próprio Deus. Como exemplos, têm-se a vida religiosa contemplativa, apostólica, missionária e a vocação Sacerdotal (pastoral).
No Catolicismo, o termo é especialmente aplicado aos sacramentos a ao Crisma; nas igrejas evangélicas pentecostais e neopentecostais os dons carismáticos advém do Batismo no Espírito Santo e foram primeiramente difundidos pelas igrejas pentecostais, em 1909 nos Estados Unidos e depois usados pela Renovação Carismática Católica, sendo um dos conceitos para exprimir sua origem e seus dons. Neste sentido, o carisma é um dos Sete dons do Espírito Santo (Is 11.2), recebidos através do Batismo.
No sentido laico, (aquele que não tem ligação com religião)

A palavra CARISMA é amplamente utilizada para definir a influência e fascinação por alguma pessoa. O carisma está ligado a forma da pessoa de ser e de agir.

Bom, mas e agora? Como vamos aplicá-la no nosso dia-a-dia?

Acredito que você, de alguma forma ou outra, já viu ou conhece pessoas que têm ou tiveram algum tipo de sucesso. Por exemplo, se observarmos alguns atores, cantores, desportistas, empresários, pensadores e escritores, alguns exercem um fascínio, uma atração que não se sabe bem o porquê.

Pare um pouco a leitura e reflita durante uns 30 segundos sobre as pessoas que exercem algum magnetismo sobre você.

Refletiu? Então vamos lá: o que estas pessoas têm de tão especial? São elas de uma aparência física, de uma plasticidade nota 10? Elas vestem grifes que lhe deixa estupefato?

Acredito que não são estas “coisas” externas que estão fazendo elas exercerem este magnetismo sobre você... não é mesmo? São as virtudes pessoais, o brilho do espírito, um “je ne sais quoi”, que estão fazendo você ter esta ligação inexplicável.

Experimente malhar, ficar em forma, fazer uma cirurgia plástica, usar grifes etc. O que você conseguirá é ficar bem com você mesmo. Mas, ficar de bem com você, não o torna uma pessoa carismática. O carisma é construído tijolo em cima de tijolo, dia após dia.

O carisma é magnético: vem de dentro, do espírito, do coração. Para que sejamos carismáticos, precisamos estar em total equilíbrio: mental, físico, espiritual e emocional. Não adianta sermos gênios, não adianta termos um corpo sarado, se o nosso lado espiritual e emocional não forem também trabalhados. Nossa estrutura física e tampouco um Q.I. elevadíssimo, não nos dão o título de uma pessoa carismática.

Infelizmente o carisma não é uma jóia que encontramos na “H.Stern”. É uma jóia que precisa ser lapidada pelo seu dono, VOCÊ, durante toda a sua vida. E depois de lapidada, é preciso que você tire o pó diariamente. É uma jóia que obrigatoriamente deve ser usada, no convívio do trabalho, no convívio com os amigos ou no convívio com a família. Pratique um passo de cada dia, com persistência, determinação e coragem, pois quando você menos perceber estará exercendo um poder magnético sobre as pessoas.
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Autor: Christiano Wide

22 de jun de 2010

Metas e Planejamento











Metas? Sim, mas com planejamento


No início da faculdade, um professor contou-nos uma história, e por que não dizer uma anedota.
Era uma comparação entre o Brasil e o Japão. A meta era construir um viaduto em cinco anos. O Brasil planejou em um ano e gastou outros quatro anos na execução. Os japoneses planejaram durante quatro anos, e o executaram em um ano. Estou me referindo a metas e planejamento.

Mas, voltando para esta “anedota” entre os japoneses e brasileiros, pergunto: - qual das duas equipes gastou maiores recursos e obteve os maiores desperdícios?
Fácil de responder, não é? Todos conhecemos pela mídia, os superfaturamentos de obras em nosso país. Bom, mas não é sobre a ¨engenharia política¨ e nem sobre os desperdícios dos recursos da nação que quero comentar.

Em consultoria, nos deparamos com uma grande freqüência em TODAS as empresas, com a existência de uma meta de crescimento de um ano para o outro, a médio ou a longo prazo. As taxas de crescimento são bem arrojadas, e claras para os níveis hierárquicos mais altos, e lógico, para a área comercial, pois é ela quem deverá alavancar o crescimento pelo simples aumento de clientes, ou então repassando valores de serviços ou produtos acima da inflação. O grande desafio é como chegar nesta meta de 10, 15 ou 50% de crescimento de um ano para outro.

As empresas aqui no Brasil, e porque também não dizer em quase todo o mundo, na sua expressiva maioria, são familiares. Discutindo com alguns amigos e colegas consultores da América Latina, Europa e Estados Unidos, foi comentado que esta falta de clareza no planejamento, é uma constante também em seus países. As empresas tem crescido muito mais por ímpeto e determinação do seu diretor, presidente ou do dono, do que através de um planejamento claro. Normalmente, as empresas tem um leque de produtos a serem colocados no mercado, tanto na indústria como na área de serviços e varejo. Quanto é pretendido de crescimento para cada linha de produto? Para qual mercado ou clientes os produtos serão vendidos? Quais os nichos de mercados pretendidos? Quem são os concorrentes e como eles atuam? Qual margem de rentabilidade cada linha de produto rende para a empresa?

A grande maioria das empresas ainda está engatinhando no seu planejamento estratégico comercial. É uma prática fundamental, que exige um trabalho multidisciplinar, com muitas discussões internas. E, muitas vezes, o resultado de tais discussões leva a empresa a repensar o que até então estava sendo feito, chegando a conclusão que aprenderam a duras penas que o caminho “poderia” ter sido diferente...

Nunca é tarde para repensar o planejamento estratégico comercial. A prática é dinâmica, pois a economia mundial tem mostrado que é preciso o máximo de atenção, dia-a-dia, mês-a-mês.
Empresas com atuação global iniciam quase sempre no mês de junho, o planejamento para o exercício do ano seguinte, e finalizam o processo de planejamento financeiro e comercial em meados de outubro.
Se sua empresa ainda não tem claro o planejamento comercial de 2010, não perca tempo! Faça-o imediatamente para ainda ter a possibilidade de um resultado positivo neste ano. E também já inicie imediatamente um “brainstorming” pensando no planejamento de 2011.
Pode parecer difícil começar, mas quando iniciar, os caminhos tornar-se-ão mais claros.

Dica para metas: seja específico; as metas devem ser mensuráveis; devem ser atingíveis, mesmo que difíceis; devem ser relevantes, e por último, com um prazo definido.
O planejamento não é somente para uma pessoa jurídica, aplica-se também a você, como pessoa física.

Alcançar as metas e prosperar requer planejamento. O resultado vem ao natural, porém requer constante atenção.

Autor: Christiano Wide

1 de jun de 2010

Ser crítico ou criticar?






O ser humano a cada dia tem criticado mais, a tudo e a todos.
As palavras e expressões que dizemos nos pregam uma bela armadilha, diariamente.

Vamos lá: - você já parou para pensar quantas vezes criticou alguém no dia de hoje? Para esta resposta peço que, por favor, deixe a classe política de fora, pois isso já virou uma ladainha.
Refiro-me a familiares, amigos, colegas de trabalho, o trânsito, etc. Criticamos a tudo, e sem perceber, dezenas de vezes, todos os dias. O que não percebemos é que sintonizamos com energias negativas, e, tudo nesta galáxia, neste mundo são energias. Os seres vivos e as “coisas” são energias condensadas. Quando estamos criticando, emitimos energia, ou seja, estamos sintonizando a nossa mente numa freqüência energética negativa. E aí entramos num looping de eventos e situações que nos sufocam, abafam o nosso discernimento, a nossa visão fica embaçada prejudicando o olhar para o belo e para as virtudes. Parece que aí precisamos criticar cada vez mais, para tentar abafar o nosso lado mesquinho. Entendemos que criticar, criticar e criticar nos fará ser uma pessoa melhor, superior as demais, quando na realidade, inconscientemente falamos e criticamos apenas para esconder as nossas inferioridades, as nossas fraquezas.
É como se fizéssemos uma queixa aos nossos pais, e estes, com o amor que sentem pelos filhos, nos dão aquele colo, aquele carinho, e esperamos que eles nos dissessem: ¨- Ah, meu filho! Você está certo! Não dê bola para o que eles fazem! Você é o melhor filho do mundo!¨
Mas, isso ocorreu apenas em um período de nossa vida em que era fácil chantagearmos nossos pais utilizando a emoção. Porém, agora o mundo é o real, e neste real, continuamos a agir de forma infantil, pré-adolescente.

Tenho a absoluta certeza que todos, de uma maneira ou de outra, na calada da noite, quando deitam e consultam seu travesseiro, tem algum arrependimento pelas críticas feitas durante o dia (me incluo aqui também). Chegamos até, durante o feedback noturno, a acreditar que no dia seguinte possamos ser menos carrascos com os semelhantes se deixarmos o orgulho e a soberba no seu devido lugar.

Mas o que é ser crítico, então? Com certeza não é criticar a tudo e a todos. Ser crítico é fazer uma análise de algo. Por exemplo, na compra de um bem, como um automóvel. Vou comprar um carro de uma marca ou de outra? Fabricante nacional ou importado? Analiso os prós e contras, os riscos, desvalorização, opção do tempo de garantia, pós-venda, etc. Outro exemplo: no momento de escolher entre uma operadora de telefonia celular, analisamos o que oferecem, quais os descontos para aquisição de um novo aparelho, benefícios com pacotes, ou pesquisamos o que os anúncios não mostram claramente, fazendo uma pesquisa entre os amigos sobre as queixas de determinada empresa de telefonia, buscando informações na internet sobre reclamações, e por aí vai.

Somos todos extremamente influenciados pelas opiniões da mídia, dos comentários de amigos e familiares. O que não percebemos é que existe uma forte tendência do ser humano a dar mais atenção para as coisas negativas. Isso parece soar como néctar ao ouvido da humanidade. É por isso que a mídia não divulga notícias positivas... ora, estas não tem ibope, não vendem!

Precisamos ser mais críticos sim, para discernir o que é uma informação subliminar positiva e que nos agregue valores positivos, e o que é negativo e que nos leva a sintonizar com desgraças, baixa auto-estima, melancolia, depressão e medo. Pois tais sintonias são o oposto do amor. Amor é alegria, é felicidade, é respeito aos seres vivos, é algo que todos queremos e buscamos, ou deveríamos buscar e praticar.

Vamos ser críticos sim, mas da maneira correta, e ao menos por um dia tentar não criticar, não reclamar.
Aposto com você que o seu dia será melhor e você terá dado um grande passo para a sua felicidade.

Pratique diariamente a não-crítica negativa e estará dando uma grande ajuda para que o mundo todo alcance um inconsciente coletivo de realizações.

Auto: Christiano Wide

24 de mai de 2010

10 Dicas em Relações Humanas




1. FALE com as pessoas. Nada é tão agradável e animado quanto uma palavra de saudação, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de “sorrisos amáveis”.
2. SORRIA para as pessoas. Lembre-se que acionamos 42 músculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.
3. CHAME as pessoas pelo nome. A música mais suave para muitos ainda é ouvir o seu próprio nome.
4. SEJA amigo e prestativo. Se você quiser ter amigos, seja amigo.
5. SEJA cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que você fizer, faça-o com todo o prazer.
6. INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Lembre-se de que você sabe o que sabe, porém você não sabe o que outros sabem. Seja sinceramente interessado pelos outros.
7. SEJA generoso em elogiar, cauteloso em criticar. Os líderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiança, e elevar os outros.
8. SAIBA considerar os sentimentos dos outros. Existem três lados numa controvérsia: o seu, o do outro, e o lado de quem está certo.
9. PREOCUPE-SE com a opinião dos outros. Três comportamentos de um verdadeiro líder: ouça, aprenda e saiba elogiar.
10. PROCURE apresentar um excelente serviço. O que realmente vale em nossa vida é aquilo que fazemos para os outros.

30 de abr de 2010

Quando a Inteligência fica em segundo plano...


Quando a Inteligência fica em segundo plano...

Ao longo do tempo, o que as empresas sempre têm buscado, além do lucro, é a redução de todo e qualquer custo, custe o que custar.
Esta é uma grande verdade que não podemos negar. Mas o que está por trás de toda esta equação?
De um lado, as indústrias buscando fazer toda pressão possível sobre a cadeia de supply-chain, por melhores preços em matérias-primas, manutenção de equipamentos, e na cadeia de serviços.

Que atire a primeira pedra quem ainda não citou o velho ditado: ¨o barato custa caro¨...

Ou melhor, quem ainda não vivenciou, não sentiu na carne, os reflexos de uma decisão tomada, olhando-se somente o preço em detrimento da qualidade do produto ou do serviço? Pois esta é uma decisão observando-se o uso da Vontade em vez de uma decisão pela Inteligência. Você está discordando? Relaxe, você faz parte de uma grande maioria, infelizmente. Na realidade, a maioria dos tomadores de serviços (nós todos) não admitem não serem inteligentes quando procedem desta maneira. Porém, a decisão de obter o menor custo, é uma decisão pela Vontade, e não uma decisão pela Inteligência, já que na grande maioria dos casos, a decisão equivocada afetará o abastecimento interno da sua empresa com insumos, e/ou a afetará comercialmente, deixando a sua área comercial e de marketing nada satisfeitas, sem esquecer do cliente ¨com o pincel na mão¨.
Entrando no complexo e nada simples mundo da Logística, o que mais temos visto como consultor é o crescimento dos chamados “gênios logísticos”, (e que de gênios na realidade não tem absolutamente nada). Intitulam-se grandes conhecedores, especialistas em sourcing ou Logística, porém o seu escopo na contratação de empresas da área de logística ou operadores logísticos, sejam elas armazéns, transportadores rodoviários, despachantes aduaneiros, companhias marítimas e agentes de cargas, é única e exclusivamente o preço. Não observam riscos, capacidade de solução de problemas, e a saúde financeira dos contratados. Novamente, decisão pela Vontade e não decisão pela Inteligência. Infelizmente estes “gênios” tem tido alguma sobrevida em algumas organizações, sejam elas nacionais ou internacionais, públicas ou privadas. E quando ocorrem problemas de abastecimento de matérias-primas, insumos, ou então, nas entregas de produtos finais ou acabados, culpam sem a menor solenidade o seu fornecedor ou prestador de serviços logísticos. Tais gênios, jamais colocam a mão no peito frente aos seus superiores na organização, assumindo que o problema foi decorrente de uma decisão sua por Vontade em detrimento da Inteligência, e que a opção escolhida foi um tremendo risco ao negócio. "Temos que ter em mente, que o preço é somente uma vez, e o custo é algo que teremos de nos preocupar durante toda a vida útil de um produto ou da cadeia de supply-chain".

Por trás desta nefasta decisão pela Vontade versus a Inteligência, existe um custo que alguns afirmam como invisível, mas que na maioria dos casos é visível até demais, pois reflete diretamente nos resultados financeiros, ou até mesmo na perda de clientes. E neste último caso, a perda de clientes não aparece em balanços, e este é justamente o fator de perpetuação dos ditos “gênios” da logística.

No mundo, para o supply-chain, ou focando mais diretamente na logística, o ano de 2009 foi um divisor de águas. E qual a razão? A redução drástica de inventários: os ditos estoques sejam eles de matérias-primas e insumos, nos fornecedores e nos compradores, quando referenciamos em entradas/inbound, ou nos produtos finais, chamados de acabados: saídas/outbounds. Na América do Norte, em 2009, ocorreu a primeira queda de volumes movimentados pelos operadores logísticos (3PL) desde 1995, e esta queda foi de mais ou menos 15% , sendo que na indústria, a queda de volumes foi de 40%.

O varejo e a indústria tem cada vez mais utilizado o just-in-time, ou seja, cada vez mais, menos insumos e produtos disponíveis, cada vez mais o inventário está na terra (sobre rodas), ou no mar, ou no ar. Esta pressão cascateia para todos os segmentos da nossa economia, e podemos nos arriscar a dizer que isso não é ou está pontual, mas sim que é a nova tendência, a nova realidade em todo o supply-chain, e em todo o mundo.

A qualidade é e sempre será um diferencial. As empresas prestadoras de serviços logísticos precisam acreditar, e continuar a eterna busca por melhores tecnologias de informação, melhores tecnologias de rastreabilidade, pois a acuracidade da informação é um importante fator de competitividade.

As indústrias ou tomadores de serviços logísticos, jamais devem esquecer que a Inteligência na decisão é um fator preponderante, e que os decisores logísticos devem ter a capacidade de argumentar entre redução de preço a qualquer custo, e os riscos inerentes a tal decisão. Devem buscar incansavelmente o “break-even point”, ou seja, o ponto de equilíbrio. Porque milagres na logística definitivamente não existem.

Use sua Inteligência antes de olhar simplesmente o preço, pois preço é diferente de custo.

Autor: Christiano Wide

26 de abr de 2010

EU X NÓS




Basta um grupo decidir trabalhar de forma cooperativa que os resultados aparecem. O positivo se alastra rapidamente em toda a empresa, trazendo a alegria e impulsionando a novos desafios. A maior dificuldade está nas lideranças, tanto por não estarem preparadas ou não possuírem características aglutinadoras, como por não terem a capacidade de entender o potencial de cada indivíduo e de cada colaborador.

Sempre existirá a busca individual de reconhecimento por uma idéia ou por uma ação, mas o que o líder deve fazer (e não simplesmente tentar) é convencer a todos, que a equipe ou a empresa somente terá resultado sustentado e promissor, quando o pensamento de todos for o mesmo, ou seja, fazer desaparecer o ¨EU¨, e em seu lugar aparecer o NÓS.

O ¨Eu¨ não é, nunca foi, e nunca será mais importante do que TODOS nós juntos.

Não se pode permitir pensar diferente quando se fala sobre uma equipe. As pessoas numa empresa não são profissionais autônomos ou liberais. Mesmo estes profissionais liberais ou autônomos necessitam de uma boa network para que possam alcançar o sucesso em suas atividades. Também podemos exemplificar olhando-se para um ser humano: nunca conseguirá viver uma vida saudável se tentar isolar-se ou ficar na perpétua solidão.

Então, repitamos: - Ninguém é mais importante do que todos nós juntos!

Autor: Christiano Wide

23 de abr de 2010

Melhoria Contínua aplicada à vida pessoal





Talvez você trabalhe ou já tenha trabalhado em uma empresa onde são estabelecidos objetivos para atingir o sucesso pessoal e profissional.

Algumas empresas, engajadas num processo de Qualidade, investem muitas horas em treinamentos específicos técnicos, e para o desenvolvimento pessoal em lideranças.

Com certeza você já deve ter ouvido falar, ou então, já deve ter utilizado alguma das ferramentas de gestão para a melhoria contínua.

São várias ferramentas que podem ser utilizadas tais como Kaizen, SixSigma, Lean Manufactory, Qualidade Total, etc.

Talvez até você seja um “expert” em utilizar tais ferramentas para resolver problemas departamentais, ou de seus fornecedores, de seus clientes.

A cada ano, empresas de consultoria no mundo todo, procuram e desenvolvem novas ferramentas e novas metodologias de trabalho que tornem possível integrar pessoas em trabalhos e projetos multidisciplinares, visando ações que tragam resultados financeiros para seus clientes.

Participei e liderei vários destes projetos de melhoria contínua, tanto como colaborador, como consultor empresarial, e fiquei muito eufórico e feliz com os excelentes resultados obtidos, utilizando-se tais ferramentas.

Ocorre que as consultorias de RH e os headhunters (caçadores de talentos) em entrevistas a candidatos a vagas, buscam saber inclusive detalhes da sua vida pessoal.

Querem saber se é uma pessoa feliz, se tem harmonia e sucesso na vida pessoal, se existem conflitos de relacionamento pessoal, e por aí vai.

Num dia desses, numa das minhas corridas de rua entre Gramado e Canela, ¨pingou uma idéia no meu ouvido¨, como diria a minha amiga Liz. ¨- Porque não utilizar alguma metodologia para realizar uma melhoria contínua em nossa vida pessoal?¨ Pensei... ¨-
Mas é óbvio que isso funciona! Pois é somente seguir a metodologia!¨ Mas, como seres que vivemos para o trabalho, pensamos para o trabalho, quando chega o momento de aplicarmos em nossa vida pessoal, pensamos: ¨- Ora, passei o dia todo envolvido com assuntos da empresa...Agora eu quero é paz e descanso!¨ E chegamos no final do dia seguinte repetindo a mesma desculpa.

Neste ponto, tenho certeza que se você acompanhou meu raciocínio, deve estar concordando comigo. Então aí vai a dica de melhoria contínua, utilizando-se da poderosa ferramenta de SixSigma:

- Definir: você deve definir a oportunidade (não gosto de utilizar a palavra problema) em que queira melhorar, que precisa melhorar, algo que esteja lhe incomodando ou que você esteja procrastinando;

- Medir: se você definiu a oportunidade/problema, agora busque alguma informação, um dado, um comparativo que você tenha. Se você encontrou o que deseja melhorar, é por que entende que não está bom, está lhe incomodando ou incomodando aos outros;

- Analisar: criticamente analise toda a oportunidade/problema, quais as razões desta situação, você deve fazer uma análise de todos os porquês, o que está perdendo, como você está prejudicando ou incomodando aos outros, a família, os amigos, os colegas;

- Melhoria ou Implementação: inicie a implementação sistemática de melhoria na vida pessoal. Neste ponto você deve estipular claramente o cronograma em horas, dias ou meses. Por favor, não leve anos! O ideal sempre é agir imediatamente ou em alguns dias, pois enquanto isso estará perdendo dinheiro, ou melhor, qualidade de vida, paz de espírito, saúde física e emocional;

- Fase de Controle: aqui está a chave do sucesso. É muito comum que você tenda a deixar esta importante etapa esquecida ou relegada a um segundo plano. Isso é um passo para a recaída. Nas empresas, esta fase de controle tende a ser um pouco melhor em razão das burocracias (entenda neste caso a burocracia como algo positivo, que agregue valor), mas, na vida pessoal você tende a ser relapso. Lembre-se daquela passagem na Bíblia, "Vigiai e Orai, para não cairdes em tentação". - Jesus (Mateus, 26,41). É isso mesmo: a vigília, é necessária a cada minuto, cada hora e cada dia.

Faça uma experiência, por você mesmo. Inicie com uma oportunidade/problema bem simples, para que tenha os passos da metodologia em sua mente. Tudo é aprendizado e requer disciplina. Nas empresas é chamado de disciplina operacional. Você é uma empresa, é uma entidade e busca ser reconhecido, admirado e lembrado, sempre pelo lado positivo.

Então, meu caro amigo, cada dia um passo, e no final do ano você terá percorrido uma grande etapa de melhoria contínua em sua vida pessoal, profissional e espiritual.
Não existe resultado fácil, mas pode ser menos difícil utilizando-se uma metodologia, afinal você é um ser com inteligência, tem o poder do discernimento, utilize-o para o seu bem e crescimento.

Muita luz e não desista!
Quem sabe em um ano você não se torna um ¨green belt¨ ou quiçá um ¨black belt¨!

* Green Belt: (São funcionários de toda a organização que dedicam apenas parte de seu tempo aos projetos Six Sigma)

* Black Belt: (indivíduos com orientação técnica e muito estimados por seus companheiros. Devem estar ativamente envolvidos no processo de desenvolvimento e mudança organizacional)



Auto: Christiano Wide

Fidelidade e Interesses


Fidelidade e interesses


Era uma vez um jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a outro rei de uma terra distante.

Recebeu também o melhor cavalo do reino para carregá-lo na jornada.

Cuida do mais importante e cumprirás a missão! Disse o soberano ao se despedir.

Assim, o jovem preparou o seu alforje. Escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada na cintura, por baixo das vestes.

Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças.

Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Dessa forma, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe tirava a sela nem a carga, tampouco se preocupava em lhe dar de beber ou comer.

Assim, meu jovem, acabas perdendo o animal, disse alguém.

Não me importo, respondeu ele. Tenho dinheiro. Se este morrer, compro outro. Nenhuma falta fará!

Com o passar dos dias e sob tamanho esforço, o pobre animal não suportou mais os maus tratos e caiu morto na estrada. O jovem simplesmente o amaldiçoou e seguiu o caminho a pé. Mas como naquela região havia poucas fazendas e eram muito distantes uma das outras, em poucas horas o moço se deu conta da falta que lhe fazia o animal.

Estava exausto e sedento. Já tinha deixado pelo caminho toda a tralha, com exceção das pedras, pois lembrava da recomendação do rei: "cuida do mais importante!" Seu passo se tornou curto e lento e as paradas, freqüentes e longas.

Como sabia que poderia cair a qualquer momento e temendo ser assaltado, escondeu as pedras no salto de sua bota.

Mais tarde, caiu exausto no pó da estrada onde ficou desacordado por longo tempo. No entanto, uma caravana de mercadores que seguia viagem para o seu reino, o encontrou e cuidou dele.

Quando o jovem recobrou os sentidos, estava de volta em sua cidade. Imediatamente foi ter com o rei para contar o que havia acontecido e sem remorso jogou toda a culpa do insucesso no cavalo "fraco e doente" que recebera.

Porém, majestade, conforme me recomendaste, "cuida do mais importante", aqui estão as pedras que me confiaste. Devolvo-as a ti. Não perdi uma sequer.

O rei as recebeu de suas mãos com tristeza e o despediu, mostrando completa frieza diante de seus argumentos.

Abatido, o jovem deixou o palácio arrasado. Em casa, ao tirar a roupa suja, encontrou na bainha da calça a mensagem do rei, que dizia: "Ao meu irmão, rei da terra do norte! O jovem que te envio é candidato a casar com minha filha. Esta jornada é uma prova. Dei a ele alguns diamantes e um bom cavalo.

Recomendei que cuidasse do mais importante. Faz-me, portanto, este grande favor e verifica o estado do cavalo. Se o animal estiver forte e viçoso, saberei que o jovem é fiel e sabe reconhecer quem o auxilia na jornada.

Se, porém, perder o animal e apenas guardar as pedras, não será um bom marido nem rei, pois terá olhos apenas para o tesouro do reino e não dará importância à rainha nem àqueles que o servem".

Pense nisso!

Saber reconhecer aqueles que verdadeiramente nos auxiliam no dia-a-dia é, sem dúvida, um grande desafio para muitos de nós.

Dar valor aos empregados domésticos que estão sempre à disposição para nos atender prontamente, e que, por vezes, adivinham até nossos pensamentos e gostos.

Reconhecer o valor dos familiares, que se constituem em verdadeiros sustentáculos nas horas difíceis que às vezes chegam.

Ser fiel aos amigos sinceros que caminham conosco e até dividem o peso da nossa cruz, para nos aliviar os ombros a fim de que recobremos as forças.

Agindo assim, estaremos realmente cuidando do mais importante, que são esses diamantes raros que não têm preço e que ladrão nenhum tem interesse em nos roubar.

Pense nisso!
Redação do Momento Espírita

19 de abr de 2010


Esvazie sua mochila !


Carregamos muita coisa que é só peso.

Dia desses sonhei que estava numa reunião de negócios, e que procurava desesperadamente pelos meus cartões de visita em minha mochila.
Encontrei um monte de coisas, coisas que nem sabia que estavam lá. Apenas meus cartões que não.
Entrei em pânico...

Eu estava perdido na bagagem de coisas inúteis.
Podemos usar esta analogia da mochila com a nossa própria vida.

Ao longo dos anos, vamos adquirindo experiências, nos apossando de coisas materiais, conceitos, hábitos, e nunca paramos para uma reflexão:
- O que podemos e o que devemos descartar.
- O que é útil e contribui para nossa vida pessoal e profissional e o que é prejudicial a nós.

Acreditamos sempre que estamos em evolução ou em melhoria. Mas, será?
Será que simplesmente por não fazermos mal a alguém ou 'a natureza achamos que estamos evoluíndo?

Quais são os parâmetros de comparação: o vizinho, o colega, o irmão, ou aquele que julgamos desregrado?

Se julgamos alguém, é porque nos achamos melhores. Somos irrepreensíveis, somos imaculados...

Mas será mesmo que temos todas estas virtudes?
Com certeza, não.

Estas são as coisas que carregamos durante a nossa vida: esta audácia em criticar e julgar.

Fazemos isso como forma de evitarmos olhar para dentro de nossas próprias mochilas, pois é mais cômodo falar da mochila que está nas costas de outra pessoa, já que a nossa está nas nossas costas e é sempre difícil olharmos para dentro dela.

Artigo: Christiano Wide

8 de abr de 2010

Somos Catadores de Lixo


Somos catadores de lixo




Na década de 90 eu percorria de carro uma distância de 40 km entre minha casa e meu trabalho.
No trajeto entre a casa e a empresa, fazia o que a maioria das pessoas no mundo inteiro faz para passar o tempo no trânsito: sintonizar numa rádio.

Na época, era uma rádio específica em AM. Então, todo dia lá ia eu escutando sempre o mesmo jornalista âncora de uma rádio local. Se não o cito, é porque devo respeitar quem ainda hoje o admira, mas a verdade é que o mesmo passava 100% do tempo criticando a tudo e a todos. Encontrava defeitos até no mais santo dos homens.

Aquilo parecia me fazer também um pseudo autor das críticas, e então me sentia nas nuvens: o jornalista e eu, cobertos de razão em ¨nossas¨ opiniões. Mas, quando chegava ao trabalho, eu já descia do carro com a adrenalina “pingando” pela boca. Observava praticamente somente as coisas ruins na empresa, e ainda por cima, levava no mínimo umas 3 horas para desacelerar esta programação mental de crítico ferrenho.

Somos todos verdadeiros catadores de lixo. Catamos lixo o dia inteiro, e sem reciclá-lo, desenvolvemos uma técnica fantástica que é a de compactar ou, com a expressão conhecida em informática, de ¨zipar¨.

Você deve estar se questionando ou contestando o que acabo de afirmar: ¨- Mas eu não cato lixo, eu só produzo lixo!¨ Não deixa de ser também uma grande verdade. Pois efetivamente produzimos muito lixo, diariamente. Mas, de que lixo estou falando? Me refiro ao lixo que buscamos e captamos todos os dias, todas as horas, nos jornais, nas rádios, na televisão, na internet... e veja só, nós ainda pagamos por este lixo!

Várias vezes dei a desculpa racional de que preciso estar atualizado no que está ocorrendo na minha cidade, no meu estado, no meu país, no mundo. Para quê? Talvez para ter assunto com um colega, amigo, esposa, cliente, ou um fornecedor.

Faça uma reflexão honesta e responda só para você, de maneira bem sincera: - Das notícias que escutou no rádio, viu na TV, leu nos jornais ou na internet, quais das noticias que efetivamente acrescentou algo para sua vida, sua carreira profissional ou que elevou você espiritualmente? . . .

Opa, ainda não encontrou a resposta? Tente mais um pouquinho... tente se lembrar: esta semana, ontem, hoje?

É meu amigo, você há de concordar então que somos verdadeiros catadores de lixo, e que o compactamos dentro do nosso subconsciente.

Agora, um exercício de memória muito mais fácil: - Das fontes onde você buscou notícias no dia de hoje ou na semana, qual foi a melhor notícia ou informação que lhe fez crescer, como profissional ou como ser humano? A esse ponto você já deve ter enumerado uma lista bem grande, certo? - Não? - Mas como?Você não tem o livre arbítrio de escolher somente as coisas boas?

Pois é, meu Amigo, estamos todos surfando numa onda sem vontade própria, e não estamos fazendo na maioria das vezes as escolhas certas. Criticamos diariamente a tudo e a todos, e esquecemo-nos de fazer a autocrítica sobre as nossas próprias escolhas.

É sabido que a maneira mais efetiva de ensinar algo a alguém é pelo exemplo. Tenha a certeza que muitas pessoas buscam referenciais e exemplos em você: colegas, irmãos, filhos e amigos. Por isso, seja uma fonte de luz no caminho de todos, pelo seu exemplo.

Autor: Christiano Wide

2 de abr de 2010



Na natureza nada anda para trás, tudo anda para frente.




Que grande verdade!

Mas, então porque estamos sempre com “vontade de querer correr” mais, além do normal, ou porque ficamos frustrados por não conseguir fazer tudo o que gostaríamos durante o dia, ou então sem o mesmo pique de alguns colegas de trabalho para atingir metas, ou simplesmente entregar os relatórios no tempo estipulado?

Ou estamos dentro, ou estamos fora de algum padrão. Ou puxamos, ou estamos sendo puxados por normas e diretrizes.

Toda a natureza anda para frente, nunca para trás.
O que acontece é que todos andamos em velocidades diferentes, pois o homem não é uma máquina que pode ser configurada mudando-se o setup. Entretanto, precisamos quebrar paradigmas, para que possamos fazer diferente, fazer melhor, mais rápido, com menos custos, enfim, matar um leão por dia.

O conceito paradigma veio à tona nos anos 1970/80, e vem sendo utilizado com freqüência desde que o filósofo e físico americano Thomas S. Kuhn a empregou em seu livro The Structures of Scientific Revolutions, significando modelo ou padrão a ser seguido para o estudo dos fenômenos e da realidade.

Traduzindo para o nosso dia-a-dia, o que é um paradigma? Paradigmas são padrões psicológicos, modelos ou mapas que usamos para navegar na vida. É um standard. É um padrão a ser seguido.

Desde cedo, observamos esta situação em nossa vida escolar. Quantos de nós não nos sentimos tristes e desestimulados por não compreender a matéria tão rapidamente como o nosso colega ¨gênio¨ da carteira ao lado?

No mundo profissional, os que produzem numa velocidade baixa, sentem-se inferiorizados, com uma autoestima talvez ainda mais baixa, e vivem sob estresse constante, numa angústia por nunca atingirem o padrão solicitado. Já outros, que produzem numa velocidade superior, também se sentem frustrados, já que têm uma capacidade maior na atividade em questão, e por isso reclamam e também ficam desestimulados.

O que se busca nestes casos? Quebrar o paradigma. Para quê? Para uma melhoria contínua (se você respondeu que é para buscar a qualidade, saiba que este conceito está ultrapassado nos dias atuais. A busca da qualidade tornou-se condição ¨sine qua non¨ para a sobrevivência empresarial).

É da natureza tudo andar para frente. Está culturalmente arraigado em nossa sociedade, e em nossas mentes que estar parado já é andar para trás.

A dificuldade está em conviver e gerenciar pessoas de velocidades diferentes.

Qual é o nosso desafio? O equilíbrio. Mas como ter equilíbrio, se sequer existe tempo para cumprir o básico, atendendo clientes, ou fazendo o operacional do dia-a-dia? Aí já está inserida a resposta. Estamos somente olhando o quê e como produzimos. Todos sempre estamos envolvidos no cumprimento de metas, mas nunca damos o devido tempo para uma reflexão interior, uma auto-análise.

Vejamos: para sabermos para que lado está indo o ciclone, precisamos sair do olho dele. Precisamos observá-lo de outra dimensão. Desta maneira, podemos ver o rastro que ele já deixou, e para que lado tende a seguir. Se nos mantivermos dentro dele, ficaremos atordoados e provavelmente sucumbiremos.

Precisamos nos voltar para o nosso interior, nos voltar para o nosso próprio ser, e como gestores, precisamos estender a mão e ajudar aos que estão abaixo da velocidade, abaixo do standard.

Aprendemos que para ter sucesso em qualquer atividade, ou para que sejamos felizes, precisamos ter equilíbrio. Isso igualmente acontece com nossos compromissos particulares. Quase sempre achamos uma brecha em nossa agenda, justamente nos momentos que escolhemos para cuidar de nós mesmos. Assim, abdicamos de uma academia, do cinema, daquele livro escolhido a dedo, de um curso, ou mesmo de um passeio, ou um simples estarmos reunidos com nossa família, sacrificando momentos que deveriam ser para nós.

Mais uma vez, volto a mostrar que vivemos para os outros, para o padrão (standard) da sociedade. Entretanto, chega um certo momento em que é preciso quebrar o paradigma...Paradigma de novo? Mas, paradigma é um padrão, e não a bagunça como gerenciamos a nossa vida.

Estamos indo ao contrário da lei natural da natureza que é evoluir sempre.

Lamentavelmente nós, homens (e mulheres) achamos que estamos evoluindo. Mas, precisamos mesmo é de uma “reengenharia”, precisamos de uma reforma íntima, para aí sim reencontrarmos o equilíbrio e voltarmos a evoluir como seres humanos, como profissionais. Precisamos dar o primeiro passo com convicção, e em breve estaremos dando o segundo passo... De repente, quando menos esperarmos, estaremos brilhando no caminho que escolhermos, com equilíbrio e alegria.

Por isso, pense bem novamente, quando repetir a palavra ¨paradigma¨.

Artigo: Christiano Wide

24 de mar de 2010

Ciclo Corporativo


Alguém discorda????
Tirei do site: http://vitrinando.com/ciclo-corporativo.html



OPERADORES LOGISTICOS

A Logística tem gerado alguns questionamentos freqüentes nas mentes dos usuários de serviços logísticos.

O que é um Operador Logístico? Qual é a sua origem? Ele é operador ou transportador? Qual operador se encaixa na minha necessidade?

Tem se cometido algumas injustiças ao se criticar veementemente as empresas de transporte rodoviário nacionais, por terem incorporado no seu título ou escopo a terminologia: OPERADOR LOGISTICO. Claro que algumas continuam somente sendo na sua essência transportadoras.

Pergunto então: - qual é a origem dos grandes operadores logísticos mundiais?

Na sua grande maioria iniciaram ou tiveram como sua atividade básica o transporte seja ele aéreo, rodoviário, marítimo ou ferroviário, ou então, trabalhavam com desembaraço aduaneiro, transporte e consolidação de cargas, os chamados ¨freight forwarders¨.

Você, como usuário de serviços logísticos, não pode simplesmente comprar soluções mirabolantes ou se enganar com o marketing das empresas. Quase todos vendem soluções para tudo, mas, na realidade, têm soluções para, no máximo, duas ou três atividades, nas quais realmente são especialistas. Além do mais, cada projeto logístico, cada situação é única e necessita de condições muito particulares para cada negócio, para cada empresa.

O mercado de operadores logísticos é composto de empresas locais, regionais, nacionais e internacionais. É preciso fazer uma análise muito detalhada, com questionários específicos e dirigidos, e se possível com um acompanhamento de consultorias experientes. É preciso saber claramente o que se quer, e qual é o seu custo atual.

Então, a sua necessidade de contração de serviços logísticos é com o foco local, regional, nacional ou internacional? Está procurando soluções de outsourcing, armazenagem, cross-docking, courier, distribuição ou gestão logística?

O operador a ser escolhido deve obrigatoriamente ter uma flexibilidade e capacidade de absorver uma demanda de crescimento nas atividades contratadas, bem como ter uma capacidade de absorver um investimento inicial. E neste ponto afirmo que as empresas que ofertam serviços logísticos e que tem um foco local e regional, levam uma grande vantagem. Pois possuem uma velocidade de decisão, aprovação e implementação de operações, em relação aos players internacionais, já que são menos burocráticas e enxutas.

O operador logístico tem um papel importantíssimo que é o de redução de custos e de agregar valor.

Os contratos entre as partes são outro fator crucial, e que muitas vezes demandam alguns meses para o acordo final. É preciso muita atenção para que um contrato assinado não venha a causar uma dor de cabeça futura. O tempo do contrato reflete diretamente nos custos, caso o operador logístico tenha a necessidade de algum investimento especifico. Assim como o contrato, a sua renovação também é muito importante, pois é preciso que se tenha a devida atenção em não pagar novamente os investimentos realizados pelo operador.

De um modo geral, o que vemos no mercado é que os operadores cada vez mais têm um fator importante dentro das industrias. Cada vez mais as empresas focam no seu “core business”, como deve ser, e buscam parceiros logísticos capazes de perceber oportunidades de ganhos que eles próprios ainda não descobriram, através de terceirizações ou quarteirizações, visando redução de custos.

Christiano Wide

13 de mar de 2010

Receita Vegetariana


RECEITA VEGETARIANA- 2 pessoas


Ingredientes
½ pimentão vermelho
½ pimentão amarelo
½ abobrinha cortada em rodelas e novamente cortadas em 4 partes
1 vidro de aspargos em conserva
2 batatas médias cortadas em rodelas e as rodelas cortadas ao 1/2
1 talo de alho poró
½ cálice de vinho branco


Preparo
Utilize uma panela/frigideira wok (daquelas que os orientais utilizam)
Coloque 4 colheres de manteiga na wok aquecida
Frite as batatas, é necessário que você fique mexendo e revirando as batatas, para elas não queimarem
Após dourar as batatas coloque as cebolas picadas (eu prefiro não muito picadas)
Coloque o alho poró
Continue a mexer todos os ingredientes na wok
Após alguns minutos coloque os pimentões e a abobrinha
Adicione ½ cálice de vinho branco
Espere uns 4 minutos e coloque os aspargos inteiros (não coloque o líquido que está no vidro)
Adicione 6 colheres de sopa com shoyu
Adicione sal a gosto
Aguarde uns minutinhos no máximo 5


Acompanhamento:
Pode acompanhar um arroz, selvagem ou branco ou caso queira um arroz a grega.


Bon Appetit!

by Christiano

12 de mar de 2010

O Futuro X Ansiedade no Agora

Falar do futuro sem falar do presente é algo quase impossível, já que o que somos e como somos hoje determina o que e como seremos amanhã.

Falar do presente sem falar da ansiedade dos tempos atuais é também algo muito difícil.

Então como conduzir esta trilogia composta pelo futuro, ansiedade e presente?

A ansiedade, que é um dos maiores geradores de estresse, tem se caracterizado pelo medo de não conseguirmos realizar todas as atividades do hoje (presente), gerando em nós uma “auto-cobrança”, um receio de não conseguir chegar ao amanhã (futuro) com créditos, e para nossa decepção já iniciamos o amanhã com um saldo devedor. E assim, a bola-de-neve rola nas nossas vidas, dia após dia, ano após ano, vida após vida, pois sim, nossos gatilhos e armadilhas são congênitos.
Tanto é falado no equilíbrio, na inteligência emocional, há livros e mais livros tratando sobre este assunto. Mesmo sabendo que o equilíbrio (Yin-Yang) é o segredo de uma vida melhor, onde o físico, mental e espiritual tem que estar alinhados, o quê de prático fazemos para ter, e mais importante, para manter esta disciplina?
Vivemos num mundo de muitas iniciativas, mas de poucas “acabativas”... Por quê? Queremos sempre resultados rápidos, imediatos, e se não for AGORA, desistimos e procuramos outra “tábua de salvação”, e assim já estamos vivendo a ansiedade de um novo tema, ou de outra terapia. Buscamos soluções que possamos comprar, como um remédio para dor de cabeça, sem que precisemos fazer nada, nenhuma lição de casa, e pronto. O que é isso? É a ansiedade do nosso futuro, mas, refletindo-se no hoje.
Precisamos alinhar os nossos pensamentos, e fazer uma revisão dos nossos processos internos - os processos do nosso ser - e tomar consciência da necessidade de uma melhoria e porque não de uma reforma íntima.
Entendo o quanto isso é difícil individualmente, mas também podemos dizer que é estimulante e amparador, quando um casal busca concomitantemente a evolução espiritual.

O ¨não¨ sempre é muito forte quando tratamos da nossa evolução espiritual. O ¨não¨ acaba por derrotar os dois, pois quando não existe entendimento sobre o lado espiritual, muitas vezes uma das partes abre mão para que não hajam desentendimentos. Lógico que isso é um retrocesso, pois a evolução é um caminho sem volta, ou seja, é um processo de melhoria contínua. A evolução em conjunto é algo maravilhoso, pois são compartilhadas as descobertas ou ¨charadas¨ do mundo espiritual, abreviando o caminho, já que um ajuda o outro.

A busca no futuro e da sua respectiva felicidade começam no presente, no hoje, controlando-se a qualidade do que se coloca na mente (nada de lixo), pois na realidade não existe o mal, mas sim a ausência do bem. Quanto de coisas boas você está buscando hoje? E quanto de coisas que não agregam em nada na sua jornada de evolução espiritual, você está lendo, assistindo e ouvindo no dia-a-dia?
Precisamos e podemos começar hoje mesmo, e tudo é uma questão de atitude, pois o futuro é agora.

Muita energia para você.

Autor: Christiano Wide

11 de mar de 2010

Que bela natureza...



Que belo e maravilhoso dia, pássaros cantando, festejando e se alimentando no comedouro ao ar livre.

A grama verde brilhando, os arbustos parecendo árvores enfeitadas para o natal com pequeníssimas bolas brilhantes nas pontas dos galhos.

As plantas e flores agradecendo pelo maravilhoso néctar da natureza.

Mas não, não estou falando de um dia ensolarado, mas sim de um dia com uma magnífica e abençoada chuva.

Por que será que parecia estar relatando um dia de sol?

O astro rei é sinônimo de alegria e energia, talvez de uma energia "yang", mais voltada para o exterior, enquanto a chuva tem uma energia mais "Yin".

Um belo dia de chuva nos remete para introspecção, nos sereniza, acalma a nossa mente. A chuva nos faz buscar as energias interiores. Buscamos ser mais intelectuais, lendo, pesquisando, refletindo, meditando ou até planejando o futuro numa velocidade cadenciada pela gostosa chuva.

A chuva faz com que muitas vezes tenhamos que mudar os nossos planos de um feriado, mas isso é também uma dádiva, pois exercita a nossa flexibilidade frente às situações inesperadas ou adversas.

A natureza é sábia, ela se comunica com nós de tantas formas, mas infelizmente estamos com a nossa "linha telefônica ocupada" pensando, olhando ou reclamando de coisas ou fatos sobre os quais nada podemos fazer.

Deixamos de receber esta energia da natureza, este comunicado, pois insistimos em deixar a nossa linha telefônica conectada com os lixos que a mídia nos impõe diariamente, e nos tornamos amargurados, sisudos, passando muita parte do nosso tempo criticando o que vemos, lemos ou ouvimos.

Mas, felizmente, Deus nos deu o livre arbítrio. Podemos, sim, decidir com o quê e com quem queremos estar conectados. Parece difícil, e num primeiro momento o é, mas precisamos pensar como uma criança que aprende a dar os seus primeiros passos. Um passo de cada vez. E aí, quando menos a gente espera, estaremos caminhando, correndo e buscando estar sintonizados com a sábia natureza.

Tenho a convicção de que todos sempre gostam e procuram estar ligados com coisas ou pessoas, inteligentes e sábias.

Precisamos estar em sinergia com a natureza, precisamos estar abertos a receber esta energia e passá-la adiante nos nossos círculos de amizade e relacionamentos.

A energia sábia da natureza somente tem valor quando é compartilhada, pois desta forma podemos fazer com que seja fechado o ciclo da natureza, e possamos ter um mundo mais alegre e melhor.

Muita energia para você.

Autor: Christiano Wide